Renato Allemand (Rio de Janeiro/RJ)

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Sua obra "Entrevista com São Pedro" foi publicada por nós, este é o seu primeiro livro? Como se deu a ideia de publicá-lo? 

Na verdade, é o segundo, mas é o primeiro com a Editora Becalete, entretanto o primeiro livro encontra-se parado por questões outras.

Eu tive um “insite” ou seja, uma ideia e comecei a escrever estas, que ficaram num total de 180. Pretendia fazer tipo novela no Youtube, mas amigos solicitaram por escrito.

Qual o objetivo da sua obra, a sua importância para o universo literário ou para o assunto que aborda?

A maior importância além da cultura que os livros apresentam, também é para reflexão sobre o mundo que vivemos em função de atitudes nada humanas.

Como está sendo a experiência de ser escritor?

Como digo na quarta capa do livro. Eu não pretendo viver de obras literárias, mas também quero contribuir para melhorar a cultura em um pais, onde há um grande abismo cultural. Ser escritor está sendo para mim até um passa tempo em riscos de epidemia, e também uma exteriorização de ideias que me vem à cabeça.

 

Como sua experiência de vida lhe influenciou na escrita? Quais são suas inspirações?

Bem, além de engenheiro, também sou professor, utilizando esta capacidade de transmitir conhecimento pelo bom Deus. Minha experiência de vida passa pelo profissionalismo e também por questões religiosas, isto é ajudar sempre e com valores e princípios. Minhas, inspirações vêm de assuntos que gosto em particular e algo inexplicável também.

 

A família e os amigos lhe apoiaram nesta empreitada? Qual fator determinante do apoio ou não deles?

Com toda a certeza a família tem dado todo apoio, e determinante tem sido o apoio externo, porque, são heterogêneos comparados com a família.

Como você enxerga a questão da leitura e do consumo de livros hoje no Brasil?

Existem duas vertentes.

A primeira hoje em dia vem desde a infância nas escolas primárias. A estrutura de ensino foi destruída com a ideia de seguir o modelo Paulo Freire. Estamos colocando no mundo pessoas sem bagagem cultural nenhuma, e isto pesa nas questões de obter bons empregos e na faculdade pela dificuldade de acompanhar os estudos.

A segunda vem da carga tributária brasileira. Com toda a certeza de que se os impostos fossem bem menores. A leitura e cultura seriam agraciadas.

Você pretende seguir publicando mais livros? E quais assuntos que gostaria de abordar futuramente?

Sim com toda a certeza vou continuar a publicar livros.

Já tenho prontos enviar para a editora 2 livros, um erótico (não pornográfico) e outro de uma ficção científica.

Estou com ideia de escrever sobre meu sogro, porque foi uma pessoa singular em profissionalismo, comedia,etc.

Como você espera que os leitores interpretem a sua obra?

Esta obra, por exemplo, tem objetivo principal a reflexão sobre atitudes humanas.

Como foi a sua experiência em publicar na Editora Becalete?

Completamente diferente da editora anterior. Muito mais profissional, até em orientações profissionais, preço acho justo e o prazo de entrega seria com toda certeza menor se não fosse a pandemia e as férias de fim de ano.

Deixe aqui um convite de leitura ao seu leitor, falando um pouco de você e sua obra se preferir.

Bem primeiramente meu livro tem o propósito de divertir, aumentar a cultura de cada consumidor, solicitar reflexões sobre as ideias e soluções apresentadas na obra.

Como já disse sou engenheiro e professor, aproveito o dom que Deus me deu de falar e escrever.

A obra se trata de um cidadão comum que não aceitava os destinos que seu país lhe proporcionava, então decide entrar para a vida política. Ele morre e quer entrar no céu.

Ao bater à porta celestial, São Pedro com a chave na mão, pergunta, o que o senhor fez de bom na encarnação na Terra para ter o benefício da balança para entrar no céu, então daí ficam 3 personagens, O cidadão, São Pedro e um narrador.