Marília Lopes Paixão
(Pouso Alegre/MG)

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Sua obra "Entre Minicontos e Crônicas, Há Vida" foi publicada por nós, este é o seu primeiro livro? Como se deu a ideia de publicá-lo? 

Sim, este é o primeiro. A ideia veio do incentivo de outras escritoras que elogiavam meus textos, e meu desejo de finalmente achar que eles mereciam ser compartilhados.

Qual o objetivo da sua obra, a sua importância para o universo literário ou para o assunto que aborda?

A importância da obra reside na forma de como sentimentos tão universais conseguem sensibilizar provocando emoções literariamente belas. 

Como é ser escritor hoje em dia?

Ser escritor, e provocar as emoções que acabei de citar, é a grande recompensa. Sinto-me orgulhosa de causar estes sentimentos tão bem abraçados pela literatura contemporânea.

Como sua experiência de vida lhe influencia na escrita? Quais são suas inspirações?

A influência vem dos aprendizados, dos erros, dos acertos, das descobertas que o viver implica. Nenhum indivíduo é uma ilha. Acho que minha escrita é fruto das minhas paixões, sendo o ato de escrever a maior delas. O que acho inspirador? A música, o vento... a emoção de um momento, triste ou mágico.

A família e os amigos lhe apoiaram nesta empreitada? Qual fator determinante do apoio ou não deles?

Apoiam, e muito. Talvez eu demorasse muito mais tempo para descobrir o valor literário do que escrevo, não fosse o retorno dessas opiniões tão importantes.

Como você enxerga a questão da leitura e do consumo de livros hoje no Brasil?

O Brasil hoje precisa da leitura, como da informação com grande urgência! E com tantos dilemas e transformações ter a literatura como entretenimento é como ganhar um abraço gostoso. Felizes são os que se deixam abraçar por ela.

Você pretende seguir publicando mais livros? E quais assuntos que gostaria de abordar futuramente?

Pretendo. Gosto de abordar a vida de forma despretensiosa, principalmente de modo mais leve possível. Algo que fuja da exaustão dos dias. Quero escrever um romance, talvez para público juvenil. 

Como você espera que os leitores interpretem a sua obra?

Com emoção. É assim que escrevo.

Como foi a sua experiência em publicar na Editora Becalete?

No relacionamento com a Editora, destaco como pontos positivos: custos acessíveis, assessoramento humanizado, pronto atendimento, facilidade nas negociações, excelente qualidade do material. Projeto final em conformidade com as propostas ofertadas. Pela atenção e carinho dispensados ao meu livro, agradeço à Editora Becalete.

Deixe aqui um convite de leitura ao seu leitor, falando um pouco de você e sua obra se preferir.

Eu acho que Entre Minicontos e Crônicas, Há Vida, porque há muitas dessas pessoas que felizmente são sensíveis, passionais e realistas ao mesmo tempo. Essas pessoas correm o risco de amar este livro, assim como eu. Amar este livro é como amar um sopro novo de vida, um aperto de mão, um abraço que deixo para todos.