Aparecida Cunha (Natal/RN)

Entrevista em 09/04/2020

Sua obra Feliz mente! foi publicada por nós, este é o seu primeiro livro? Como se deu a ideia de publicá-lo?

Adoro escrever e sempre soube que deveria dar um passo adiante e começar a publicar, mas a dúvida que havia era qual tipo de livro eu deveria escrever. Quando acabei minha especialização em coaching, percebi que há uma crescente demanda por livros que inspirem as pessoas e considerei que seria uma boa pedida para minha primeira publicação. Então fui organizando as ideias e um belo dia decidi que havia chegado a hora, conclui o trabalho e fui em busca do meu sonho.

Qual o objetivo de sua obra e sua importância para o universo literário ou para o assunto que aborda?
O objetivo de minha obra é abrir para os meus leitores um universo de possibilidades na busca de ser feliz. Mas tudo por meio de uma perspectiva altamente realista e pé no chão.
Não trago promessas de felicidade pronta e acabada, proponho ao leitor que assuma os rumos de sua vida e perceba que para além de todos problemas, é possível tomar a decisão de ser feliz. É uma leitura leve e sem grandes pretensões, ela alerta para o fato de que a responsabilidade sobre a vida de cada um é pessoal e intransferível. Considero que tem potencial para contribuir no autoconhecimento dos leitores e mostrar que a vida pode ser  maravilhosa, mas a medida de sua influência vai depender da abertura de cada um.

Como está sendo a experiência de ser escritor?
A experiência tem sido ótima, percebi que sempre fui potencialmente escritora e que só precisava dar o primeiro passo. Agora que dei, estou com mil ideias na cabeça em um turbilhão para decidir que caminho seguir. Sou uma pessoa de interesses variados e imaginação vibrante, dominar os impulsos e fazer as escolhas mais acertadas é o desafio agora.

Como sua experiência de vida lhe influencia na escrita? Quais são suas inspirações?

Como disse, desde sempre adoro escrever. Quando adolescente tinha os cadernos preenchidos com contos e novelas. Na família, sempre fui a responsável por escrever as homenagens e os mais variados textos que o momento exigisse. Já nasci assim. Na vida adulta passei a me interessar muito mais pelos estudos e passei a escrever alguns trabalhos científicos. Passei a ser leitora ávida, meio hiperativa que lê vários livros ao mesmo tempo. Como tenho interesses variados, também tenho inspirações diversas. Aprecio as obras de Vygotsky, Jung, Joana de Angeles, Perrenoud, Harlan Coben, entre outros. Mas posso afirmar com certeza que minha maior inspiração é a vida.

A família e os amigos lhe apoiam nesta empreitada? Qual fator determinante do apoio ou não deles?

A família me dá apoio incondicional, tanto meu marido e filhos, como irmãos, sobrinhos, primos e amigos. Tem muita gente na torcida tornando mais fácil esse caminho. Com certeza esse apoio é fantástico e me fortalece bastante, são pessoas que amo muito e sem as quais esse momento não seria tão especial como tem sido.

Como você enxerga a questão da leitura e do consumo de livros hoje no Brasil?
Considero que lamentavelmente, no Brasil o consumo de livros é muito aquém do que deveria. Contudo, existe uma demanda crescente por livros com uma pegada motivacional, isso abre um leque de possibilidades para novos leitores, o que é bastante interessante, uma vez que ao se interessar por um tipo específico de leitura, o leitor começa a desvendar um mundo de oportunidades antes inimaginável, que poderá despertar o interesse por novos conhecimentos.

Você pretende seguir publicando mais livros? E quais assuntos que gostaria de abordar futuramente?

Com certeza sim, o difícil é decidir que caminho a seguir e escolher entre milhões de ideias que circulam em minha cabeça. Tenho pensado em romances, trabalhos científicos, seguir na mesma linha...tem muita coisa me inspirando, então decidi que agora vou simplesmente curtir esse momento. No tempo certo, darei o passo seguinte.

Como você espera que os leitores interpretem sua obra?
Espero que percebam que podem fazer a escolha de ser responsável pela sua vida e decidir ser feliz. Meu desejo é de que leiam abertos às novas possibilidades, o livro é um chamado ao autoconhecimento e plenitude. É possível se identificar com as variadas situações que exponho no livro, para todas elas existe uma proposta de superação. Desejo que seja uma injeção de ânimo que desperte o desejo de superação e crescimento pessoal.

Como foi a sua experiência em publicar com Editora Becalete?

Com certeza foi essencial para o êxito desse projeto. A editora superou as minhas expectativas, o livro ficou lindo e o atendimento foi sempre cordial e atencioso. Meu desejo é de que possamos fazer muitos trabalhos juntos.


Deixe aqui um convite de leitura ao seu leitor, falando um pouco de você e sua obra.
Convido a todos para viajar comigo nas páginas do livro, desvendando as armadilhas que perturbam nossa mente e nos afastam da tão sonhada felicidade. A ideia é pegar no leme assumir o controle das nossas vidas, com discernimento e coragem. Vamos ousar e nos comprometer com nossas atitudes, a vida é nossa, o controle é nosso. Com autoconhecimento e plenitude deixaremos a nossa mente feliz independente de toda e qualquer coisa. Não é promessa, é decisão.

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